segunda-feira, 6 de julho de 2009

7 Pecados x 10 Mandamentos . . ?

"Falarei sobre os Sete “Pecados” Capitais e as Sete Virtudes. Em primeiro lugar: ninguém nunca se perguntou qual a diferença entre os Dez Mandamentos e os sete Pecados Capitais? Porque os pecados, que a Igreja tanto fala e que são formas certas de levar uma pessoa para o tal do Inferno, mencionados na Divina Comédia (escrita por Dante Alighieri, um iniciado) não estão na bíblia em lugar algum? Os chamados “Pecados Capitais” são originários da alquimia e das tradições iniciáticas muito antigas, remontando dos antigos rituais egípcios e babilônicos. Antes de começar, vamos usar a nomenclatura certa: DEFEITOS capitais. Os defeitos capitais são em número de sete, diretamente relacionados com o avanço espiritual e estando cada um deles associado a um Planeta, de acordo com uma estrutura denominada “Estrela Setenária”

http://www.sedentario.org/colunas/teoria-da-conspiracao/se7en-a-origem-dos-sete-pecados-capitais-7971#more-7971

O Cristianismo e suas maravilhosas "Bensãos"

"tanto o bom Deus como o Diabo são produtos de decadência " (Friedrchi Nietzsche).. ... . ..

E é o Deus cristão a divindade que reflete esta decadência de potência, o Deus dos fracos fisiologicamente ou mesmo moralmente; os assim ditos “amaldiçoados pela Natureza” (ou pelo destino; azarados); um tipo de instinto que levaria aos perdedores a nomear tal divindade como sendo o “bem em si”, estrategicamente cabível a uma desmoralização parcial das divindade cultuadas pelos vencedores: Nietzsche admite que isto seria uma vingança contra os “dominadores”, sendo que esta se basearia na “domonização” de todo e qualquer deus destes; mas tanto o bom Deus como o Diabo são produtos de decadência; sendo assim, a afirmação de qualquer uma das divindades citadas logo atrás, representa silogisticamente a afirmação da outra em um patamar de afirmação teológica: se é aprovado ou desaprovado divindade cristã (Deus) indo de encontro ao seu oposto (Diabo) e nutrindo de tais forças ideológicas, não se faz nada mais que afirmar a dita cosmologia; ou seja, as correntes ideológicas satanistas só fazem, nada mais, que afirmar a existência da corrente ideológica cristã, mesmo não estando de acordo com ela, desaprova-la ou aprova-la não vai diretamente contra a desestruturação do cristianismo: provavelmente o uso destes ideais contra o cristianismo só o torne ainda mais válido em seus pré-supostos.

“Nem a moral nem a religião, no cristianismo, têm algum ponto de contato com a efetividade. Somente causas imaginárias (Deus, alma, eu, espírito, a vontade livre – ou ainda a não-livre); somente efeitos imaginários (pecado, redenção, clemência, castigo, remissão dos pecados). Uma transação entre seres imaginários (Deus, espíritos, almas); uma ciência imaginária da natureza (antropocêntrico; total ausência do conceito de causas naturais); uma psicologia imaginária (somente mal-entendidos sobre si, interpretações de sentimentos gerais agradáveis ou desagradáveis, por exemplo, os estados do nervus sympathicus, com auxílio da linguagem simbólica da idiossicrasia moral-religiosa – “arrependimento, remorso de consciência, tentação do diabo, a proximidade de Deus); uma teologia imaginaria (o reino de Deus, o Juízo Final, a vida eterna). – Esse puro mundo de ficções distingue-se, muito em seu desfavor, do mundo dos sonhos, por este ultimo espelhar a efetividade, enquanto ele falsifica, desvaloriza, nega a efetividade

quarta-feira, 1 de julho de 2009


"É uma verdade incrível como a existência da maior parte dos homens é insignificante e destituída de interesse, vista exteriormente, e como é surda e obscura sentida interiormente. Consta apenas de tormentos, aspirações impossíveis; é o andar cambaleante de um homem que sonha através das quatro épocas da vida, até a morte, com um cortejo de pensamentos triviais. Os homens assemelham-se a relógios a que se dá corda e trabalham sem saber a razão. E sempre que um homem vem a este mundo, o relógio da vida humana recebe corda novamente, para repetir, mais uma vez, o velho e gasto estribilho da eterna caixa de música, frase por frase, com variações imperceptíveis" - Arthur Schopenhauer

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Vontade Tirânica

 

“(...) um filosofia começa a acreditar em si mesma. Ela sempre cria o mundo à sua imagem, ela não pode fazer diferente; a filosofia é esse impulso tirânico mesmo, a mais espiritual vontade de poder, de “criação do mundo”, de causa prima.” (NIETZSCHE, Ecce Homo pag. 29. 2008)

O Clã


“Todo homem seleto busca instintivamente seu castelo e seu reconhecimento, onde ele esteja a salvo da massa, da multidão, da maioria, onde lhe seja permitido, como sua exceção, esquecer da regra “homem”. (...) que ele sempre se esquive deles e permaneça, como foi dito, quieto e orgulhoso, escondido em seu castelo, então uma coisa é certa: ele não é feito, não é predestinado para o conhecimento. Pois, se fosse, um dia ele teria de dizer a si próprio: “Que o diabo leve meu bom gosto! A regra é mais interessante do que a exceção – do que eu, exceção! (...) toda companhia é má companhia, exceto a de nossos iguais. (...)” (NIETZSCHE, Ecce Homo. Pag 51. 2008)

Intensidade Natural

“Algo que é vivo quer sobretudo dar vazão à sua força – a vida mesma é vontade de poder - : a autoconservação é apenas uma das conseqüências indiretas e mais freqüentes disso. (NEITZSCHE, Ecce Homo. Pag 35. 2008)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Forças Opostas - Heráclito

       


  

  “O povo julga, por certo, conhecer algo fixo, pronto, permanente; na verdade, há em cada instante luz e escuro, amargo e doce lado a lado e presos num ao outro, como dois contendores, dois quais ora um ora o outro tem a supremacia. O mel, segundo Heráclito, é a um tempo amargo e doce, e o próprio mundo é um vaso de mistura que tem de ser continuamente agitado.” (HERÁCLITO, Pré-Socráticos. pag. 104. 1996)


 “O combate é de todas as coisas pai, de todas rei, e uns ele revelou deuses, outros, homens; de uns fez escravos, de outros livres.” (NIETZSCHE, Pré-Socráticos. pag. 93. 1996) 


            “As próprias coisas, em cuja firmeza e permanência acredita a estreita cabeça humana e animal, não têm propriamente nenhuma existência, são o lampejo e a faísca de espadas desembainhadas, são o brilho da vitória na luta das qualidades opostas.” (NIETZSCHE, Pré-socráticos. pag. 105. 1996)